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Marília prevê até R$ 21,6 milhões para reparos em prédios da Saúde

Secretaria Municipal da Saúde de Marília - Foto: Assessoria de Imprensa

A Prefeitura de Marília abriu licitação com valor estimado de R$ 21.614.757,67 para registrar preços de serviços de manutenção predial, recuperação e pequenos reparos em imóveis vinculados à Secretaria Municipal da Saúde. O pregão eletrônico está marcado para o dia 25 de junho, às 9h.

Por se tratar de registro de preços, o valor não representa gasto imediato. A empresa vencedora poderá ser acionada conforme a necessidade de cada prédio, por meio de ordens de serviço.

O diagnóstico técnico que embasa a licitação aponta necessidade de intervenções emergenciais em aproximadamente 33% das unidades avaliadas, além de manutenção preventiva em mais de 50% da rede. Segundo o Termo de Referência, a contratação foi motivada por um período prolongado sem manutenções preventivas e corretivas, o que resultou em deterioração física de edificações usadas pelos serviços municipais de saúde.

Ao todo, a licitação considera 70 prédios vinculados à Secretaria da Saúde, que somam 35.806,87 metros quadrados de área construída. A relação inclui unidades da atenção básica, serviços especializados, UPAs, Caps, estruturas administrativas, assistência farmacêutica e setores de vigilância.

Os serviços previstos incluem manutenção de coberturas, correção de infiltrações e vazamentos, reparos em redes hidráulicas, sanitárias e elétricas, troca ou recuperação de portas, janelas, vidros, pisos, forros e revestimentos, além de pintura interna e externa. Também poderão ser realizados reparos em áreas externas, como calçadas, muros, cercas, canaletas e sistemas de drenagem.

A empresa vencedora será definida pelo critério de maior desconto sobre a tabela da CDHU, usada como referência para a precificação dos serviços. A ata de registro de preços terá vigência inicial de um ano, com possibilidade de prorrogação por igual período.

A Prefeitura justifica que a medida busca restabelecer condições adequadas de funcionamento das unidades, garantir a segurança de pacientes e servidores e evitar que problemas estruturais avancem, gerando custos maiores no futuro.

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