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SP amplia alerta para vacinação contra gripe com avanço de casos respiratórios

A campanha segue até o dia 30 de maio, com foco nos grupos prioritários que são mais vulneráveis a quadros graves da doença. Foto: Divulgação/Governo de SP

Com a aproximação do inverno e o aumento da circulação de vírus respiratórios, a Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo reforçou o alerta para que a população dos 645 municípios paulistas procure a vacinação contra a gripe. A campanha de imunização contra a influenza segue até o dia 30 de maio e tem como foco os grupos considerados mais vulneráveis às complicações da doença.

A orientação do governo estadual é para que a população não deixe a vacinação para a última hora, especialmente idosos, crianças, gestantes, puérperas, pessoas com doenças crônicas e demais integrantes dos grupos prioritários.

Segundo a Secretaria Estadual da Saúde, a vacina é considerada a principal forma de prevenção contra a influenza e deve ser aplicada antes da intensificação do frio, período em que tradicionalmente cresce o número de casos de síndromes respiratórias.

Dados divulgados pela pasta apontam que, até a última segunda-feira (11), o estado de São Paulo registrou 13.954 casos de síndrome respiratória aguda grave (SRAG). Deste total, 823 evoluíram para óbito.

Desde o início da campanha, em 28 de março, já foram aplicadas 3.371.946 doses da vacina contra a gripe em todo o Estado. Apesar disso, a cobertura vacinal alcançou 29,74% do público-alvo, índice abaixo da meta estipulada pelo Ministério da Saúde, que é de 90%.

Entre os grupos prioritários estão crianças de seis meses a menores de seis anos, idosos acima de 60 anos, gestantes, puérperas, profissionais da saúde, professores, caminhoneiros, pessoas com deficiência permanente, imunossuprimidos, pessoas com doenças crônicas, forças de segurança, trabalhadores do transporte coletivo, profissionais dos Correios, população privada de liberdade e pessoas em situação de rua.

A Secretaria Estadual da Saúde destaca que a vacinação ajuda a reduzir os riscos de agravamento da doença, internações e mortes, além de contribuir para evitar a sobrecarga dos serviços de saúde durante os meses mais frios do ano.

Os casos de SRAG por município e tipo de vírus podem ser consultados no portal do Nies (Núcleo de Informações Estratégicas em Saúde). Já informações sobre eficácia, segurança e possíveis efeitos colaterais da vacina estão disponíveis na plataforma estadual “Vacina 100 Dúvidas”.

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