O Comus (Conselho Municipal de Saúde de Marília) pediu à Prefeitura o retorno de assistentes sociais ao acolhimento de usuários no térreo da Secretaria Municipal da Saúde. O colegiado também defende a participação de profissionais de enfermagem e a presença de servidores qualificados no atendimento a quem procura os serviços do SUS (Sistema Único de Saúde).
A cobrança consta de deliberação da reunião de 28 de agosto, publicada no Diário Oficial do Município em 22 de setembro. Para o conselho, o acolhimento deve ajudar a resolver as demandas dos usuários, além de oferecer o atendimento inicial.
Na mesma reunião, o Comus aprovou a análise da folha de pagamento de junho da Secretaria da Saúde e de prestações de contas do Fundo Municipal de Saúde, de convênios e de contratos ligados à rede de atendimento. Entre os serviços examinados estão a Estratégia Saúde da Família, o pronto atendimento e as UPAs das zonas Norte e Sul. Houve ressalva em relação ao convênio da Estratégia Saúde da Família com a Associação Feminina de Marília, Maternidade e Gota de Leite.
O conselho reiterou que contratos e convênios da Saúde não apresentados ao plenário para discussão dos planos de trabalho, entre 2025 e 28 de agosto de 2026, não receberam sua aprovação. Essa manifestação diz respeito aos instrumentos não submetidos ao colegiado; as prestações de contas examinadas na reunião foram aprovadas, com a ressalva mencionada.
O Comus voltou a cobrar informações sobre reformas em unidades de saúde, valores em aberto com prestadores de serviços e a ordem dos pagamentos. Também manteve sua oposição a um novo chamamento para terceirização do Samu sem discussão prévia no conselho.