O presidente da Câmara, o vereador Danilo Bigeschi, o Danilo da Saúde (PSDB), acompanhou a entrega das pulseiras com localizadores para estudantes com TEA (Transtorno do Espectro Autista) e destacou o pioneirismo de Marília na garantia de proteção e segurança aos autistas e tranquilidade às famílias. Segundo ele, a cidade é referência no atendimento aos portadores do transtorno e neurodivergentes e o avanço consolida uma política pública consistente de inclusão.
“Marília é a primeira cidade do país a disponibilizar gratuitamente essa tecnologia aos estudantes com TEA e isso é apenas a ponta do iceberg. Desde a campanha, o prefeito Vinicius [Camarinha] fez questão de ouvir a população e, nos encontros com as mães atípicas, elas relataram suas maiores dificuldades. Em pouco mais de um ano e meio de governo, já são muitos os avanços, como a ampliação de vagas para atendimento, capacitação de servidores para tornar o diagnóstico mais célere, aquisição de abafadores de ruídos, implantação das salas multissensoriais, de saúde e acolhimento e agora as pulseiras com localizadores”, aponta o presidente do Legislativo.
Para Danilo da Saúde, as pulseiras com localizadores vão desempenhar um papel crucial na segurança, autonomia e inclusão dos estudantes com autismo e são uma camada de proteção extra que trará mais tranquilidade para as famílias, especialmente em relação às fugas. “Marília passa por um momento transformador, de políticas públicas de proteção e cuidado permanentes e que atendem às necessidades de todos, que não deixam ninguém para trás. Hoje contamos com um núcleo específico de neurodivergentes na Secretaria da Saúde. Ou seja, temos uma cidade que não só cresce, se desenvolve, mas que avança em inclusão, que se coloca no lugar do outro e que cuida das pessoas”.
Cerca de 600 estudantes autistas, com necessidade de suporte níveis 2 e 3, na faixa etária entre quatro e 12 anos, vão receber as pulseiras com localizadores. A iniciativa está fundamentada no Decreto Municipal 14.976, de 13 de abril de 2026, e é realizada por meio do programa Educação Acolhedora. “Marília hoje tem ações que não são apenas temporárias, mas permanentes, de continuidade no cuidado. Sabemos que os desafios ainda existem, mas estamos eliminando barreiras históricas e ajudando a construir uma sociedade mais justa, equitativa e acolhedora”.