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Marília fecha trimestre entre líderes paulistas na geração de empregos

Foto: Assessoria de Imprensa

Marília fechou o primeiro trimestre de 2026 com saldo positivo de 734 empregos formais e apareceu na 44ª colocação entre os municípios paulistas que mais geraram vagas com carteira assinada no período. Os dados são da Fundação Seade, com base nas informações do Caged (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados), do MTE (Ministério do Trabalho e Emprego).

No acumulado dos últimos 12 meses, o município registrou saldo de 1.019 postos de trabalho formais, figurando entre as cidades paulistas com mais vagas criadas no período. Já no mês de março, Marília não apareceu entre os 50 municípios com maior saldo de empregos do Estado.

O desempenho local acompanha o cenário estadual. Segundo o levantamento, o estado de São Paulo encerrou o primeiro trimestre com 183.054 vagas formais criadas, o equivalente a cerca de 2 mil empregos por dia. Somente em março, o saldo paulista foi de 67.876 novos postos de trabalho. No acumulado de 12 meses, o estado registrou 278.537 vagas.

No ranking estadual do trimestre, as primeiras colocações foram ocupadas pela capital paulista, com 54.551 vagas, seguida por Osasco (8.445), Bauru (7.582), Guarulhos (5.827) e Campinas (5.766).

Na região, Bauru teve um dos principais desempenhos do interior paulista, enquanto Garça apareceu entre os destaques do mês de março, com saldo positivo de 490 vagas formais.

De acordo com a Fundação Seade, São Paulo respondeu por 30% de todas as vagas com carteira assinada criadas no país tanto em março quanto no acumulado do primeiro trimestre. Em 12 meses, a participação estadual foi de 23% do saldo nacional.

Os dados também apontam crescimento contínuo na geração de empregos no estado. Em março, o avanço foi de 0,46%. No trimestre, o crescimento chegou a 1,25%, enquanto no acumulado de 12 meses atingiu 1,92%.

O setor de serviços liderou a criação de vagas em março no estado, com saldo de 49.475 postos de trabalho. Dentro do segmento, os destaques ficaram para as áreas de informação, comunicação, atividades financeiras, imobiliárias, profissionais e administrativas, além de transporte, armazenagem, correio, educação, saúde humana e serviços sociais.

Na sequência aparecem construção civil, com 9.595 vagas, indústria geral, com 8.197, e comércio e reparação de veículos automotores e motocicletas, com saldo positivo de 4.756 empregos.

Outro dado destacado pelo levantamento é o salário médio de admissão em São Paulo, que alcançou R$ 2.646,63 em março, o maior do país e 12,6% acima da média nacional, estimada em R$ 2.350,83.

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