Moradores da zona Norte de Marília, que inclui bairros como Santa Antonieta, o distrito de Padre Nóbrega e a região do Castelo Branco, terão unidades de saúde abertas neste sábado (25) para vacinação contra Influenza (gripe) e dengue. A ação integra uma mobilização da Prefeitura para ampliar a cobertura vacinal no município.
Na região, estarão em funcionamento a UBS Santa Antonieta e a USF Padre Nóbrega, das 10h às 16h, com atendimento voltado aos grupos prioritários da campanha contra a gripe e ao público de 6 a 16 anos para vacinação contra a dengue. Ao todo, seis unidades participarão da ação em Marília: UBS Santa Antonieta, UBS Alto Cafezal, UBS Nova Marília, UBS Cascata, UBS Chico Mendes e a USF Padre Nóbrega.
Cerca de 60 profissionais de saúde estarão mobilizados, entre enfermeiros, técnicos de enfermagem e agentes comunitários. Segundo a secretária municipal da Saúde, Paloma Libanio, a iniciativa busca ampliar a adesão da população às campanhas. “Já aplicamos mais de 15 mil doses, mas a cobertura vacinal ainda é baixa. A vacina é a melhor forma de prevenção contra casos graves”, afirmou.
A campanha contra a Influenza segue até o dia 30 de maio e contempla crianças de 6 meses a menores de 6 anos, gestantes, puérperas, idosos, trabalhadores da saúde e da educação, além de pessoas com deficiência, com doenças crônicas e outros grupos definidos pelo Ministério da Saúde.
Até o momento, foram aplicadas 15.017 doses da vacina contra a gripe em Marília, sendo 10.627 destinadas ao público-alvo. A cobertura vacinal desse grupo, estimado em 64.619 pessoas, é de 16,45%. Entre os idosos, o índice chega a 20,32%, seguido por gestantes (15,23%) e crianças (4,73%).
Além do atendimento nas unidades, a Prefeitura também realizará vacinação domiciliar para pessoas acamadas. A ação ocorrerá das 7h às 13h e inclui áreas atendidas pelas UBS Cascata e Castelo Branco, além da USF Santa Paula/Marajó. Aproximadamente 20 profissionais participarão da atividade, realizando a aplicação das doses diretamente nas residências.
A orientação é que os moradores dos grupos prioritários procurem as unidades de saúde ou aguardem o atendimento domiciliar, no caso dos acamados, para garantir a imunização.