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Com aporte estadual, Marília abre licitação de R$ 22,8 milhões para construção do Parque da Criança

A Prefeitura de Marília abriu licitação para a construção do Parque da Criança, obra estimada em R$ 22,8 milhões e viabilizada por meio de convênio firmado com o Governo do Estado de São Paulo. A contratação será feita por concorrência eletrônica, com sessão pública marcada para o dia 12 de junho, às 9h, pelo portal de compras do governo federal.

O projeto ganhou força em outubro do ano passado, após a aprovação, pelo Estado, de investimento superior a R$ 19 milhões para a implantação do parque, considerado um dos principais empreendimentos de lazer previstos para o município.

Do total estimado, cerca de R$ 19,1 milhões são provenientes do convênio estadual, enquanto aproximadamente R$ 3,7 milhões correspondem a recursos próprios da Prefeitura.

O parque será implantado na confluência da Aavenida das Esmeraldas com a rua Pedro Faria de Moraes, em área delimitada também pelas ruas Paulo da Cunha Mattos, Hemetério Gomes Fernandes, Pedro Faria de Moraes e Jornalista Luiz Carlos Lopes Martins.

Segundo o projeto apresentado pelo município, o Parque da Criança será estruturado como um complexo voltado ao lazer e à convivência familiar. A proposta prevê áreas recreativas, prédio central, espaços de alimentação e a instalação da nova sede do Museu de Paleontologia, atualmente no Complexo Braz Alécio. O local também deverá abrigar o Memorial da Cidade de Marília, ampliando o uso para atividades culturais e educativas.

De acordo com o estudo técnico preliminar, o empreendimento é classificado como uma obra de grande porte e alta complexidade, com execução integrada de diversas etapas de engenharia, incluindo infraestrutura, fundações, estruturas, instalações e sistemas especializados. A implantação atende à demanda crescente por espaços públicos voltados ao lazer ao ar livre e à convivência comunitária, especialmente diante da oferta considerada insuficiente de áreas adequadas para o público infantil.

A contratação será feita em grupo único, modelo que busca garantir maior integração entre as etapas da obra, melhor controle do cronograma e mais eficiência na aplicação dos recursos públicos.

O prazo para execução dos serviços é de 540 dias corridos, cerca de um ano e meio, contados a partir da emissão da ordem de serviço.

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