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PM prende quatro homens por violência doméstica no fim de semana em Marília

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Foto: Rovena Rosa/Agência Brasil

Ao menos quatro ocorrências de violência doméstica foram registradas entre sábado e domingo, dias 2 e 3 de maio, envolvendo agressões físicas, ameaças, perseguição e danos patrimoniais, com prisões em flagrante em todos os casos ocorridos em Marília.

Em uma das ocorrências, registrada no bairro Argollo Ferrão, um homem de 30 anos foi preso após agredir e ameaçar a companheira, de 41 anos, além da mãe dela, de 68 anos. A vítima mais jovem não quis colaborar inicialmente com a polícia, mas a mãe relatou que ambas foram agredidas, sendo atingidas com socos e até uma paulada, resultando em lesões na cabeça e nas mãos. Diante dos indícios e da situação de flagrante, o agressor foi detido e permaneceu à disposição da Justiça.

Já em outro caso, ocorrido no bairro Nova Marília, um homem de 34 anos foi preso após agredir a companheira, de 44 anos, em via pública. Conforme o relato, ele puxou o cabelo da vítima, desferiu socos, tapas e chegou a bater a cabeça dela contra um veículo.

A mulher também afirmou que vinha sofrendo agressões há cerca de sete meses e que já havia sido ameaçada de morte. O autor foi contido por populares até a chegada da Polícia Militar e acabou preso em flagrante.

No bairro Sítios de Recreio Panambi, um jovem de 22 anos foi preso após perseguir a ex-companheira, de 32 anos, e danificar o veículo dela após não aceitar o fim do relacionamento. A vítima relatou que vinha sendo seguida de forma insistente, com o autor comparecendo em sua residência e local de trabalho.

Além disso, houve invasão de domicílio, destruição de objetos e até subtração de bens. A polícia apontou risco de reiteração criminosa e solicitou a conversão da prisão em flagrante em preventiva, destacando a escalada de violência no caso.

Em outra ocorrência, registrada em um condomínio na zona Sul da cidade, um homem de 30 anos foi preso após agredir a ex-companheira, de 31 anos, com um soco no rosto, causando sangramento no nariz. Segundo a vítima, além da agressão, ela foi ameaçada de morte e ofendida verbalmente. O próprio autor admitiu a agressão no momento da abordagem policial, alegando ciúmes e inconformismo com o término do relacionamento.

Em todos os casos, as vítimas foram orientadas quanto aos direitos previstos na Lei Maria da Penha, incluindo a possibilidade de solicitação de medidas protetivas de urgência. As ocorrências seguem sob investigação da Polícia Civil, e os envolvidos permanecem à disposição da Justiça.

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